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Economia com Reciclagem
Calcule a economia de recursos naturais e a receita potencial com a separação do seu lixo reciclável.
A reciclagem é uma das práticas mais importantes para a economia circular e conservação de recursos naturais. Além do benefício ambiental, a venda de materiais recicláveis pode gerar renda para famílias e cooperativas de catadores.
O Brasil é o maior reciclador de latas de alumínio do mundo (98,7% das latas produzidas são recicladas), mas ainda recicla apenas 4% do plástico, 37% do papel e 47% do vidro — muito abaixo do potencial.
Benefícios da reciclagem por material: Alumínio — reciclar 1 kg economiza 95% da energia necessária para produzir 1 kg de alumínio novo; equivale a 14 kWh de energia. Papel — reciclar 1 tonelada salva 15-17 árvores, 26.000 litros de água e economiza 60% de energia. Plástico PET — reciclar 1 kg economiza 60% de energia versus produção nova; 27 garrafas PET viram 1 camiseta. Vidro — reciclável infinitamente sem perda de qualidade; economiza 30% de energia por vidro reciclado.
Preços de compra de recicláveis (média nacional 2026): Alumínio: R$ 5-7/kg; Cobre: R$ 20-30/kg; Papelão: R$ 0,15-0,30/kg; Papel branco: R$ 0,20-0,40/kg; Plástico PET: R$ 0,80-1,50/kg; Vidro: R$ 0,05-0,15/kg.
A receita é especialmente relevante para cooperativas de catadores, que são responsáveis por 90% dos materiais que chegam às usinas de reciclagem no Brasil.
Fórmula
∑Receita = Σ (Peso do material kg × Preço de compra R$/kg) | Energia economizada = Σ (Peso × Fator de economia energética por material)
Como usar
1. Informe a quantidade mensal de cada tipo de material reciclável (kg)
2. Veja automaticamente a receita potencial de venda
3. Veja a energia economizada e os recursos naturais preservados
4. Clique em 'Calcular'
5. Veja o impacto ambiental e econômico da sua reciclagem
Exemplos Práticos
Exemplo 1
Exemplo 2
Exemplo 3
Perguntas Frequentes
Procure cooperativas de catadores na sua cidade (muitas prefeituras têm lista), postos de coleta seletiva, empresas de sucata (para metais), supermercados com programas de coleta de embalagens, e aplicativos de economia circular como o Cataki.
Nem todo plástico é reciclado com igual facilidade. Os tipos 1 (PET) e 2 (PEAD) são mais fáceis e têm maior demanda. O tipo 6 (isopor) e 7 (outros) têm baixa taxa de reciclagem no Brasil. Consulte a identificação embaixo da embalagem.
Ambientalmente, separar sempre é melhor. Economicamente, pode não compensar o esforço individual, mas cooperativas de catadores têm volume suficiente para tornar viável. Pense também que o custo do lixo não reciclado é pago coletivamente via impostos municipais.